terça-feira, 31 de maio de 2011

Cursos online na área de Odontologia




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Postado por: IGOR VINICIUS DE SIQUEIRA

Tatuar os dentes vira mania entre americanos.


Cada vez mais dentistas oferecem o serviço nos Estados Unidos, a um preço equivalente a cerca de R$ 340

Grande parte dos dentistas luta para manter brancos os dentes de seus pacientes, mas há um mercado em crescimento que oferece algo bem diferente: desenhos na boca.

É a nova tendência entre aqueles que se sacrificam pela aparência – a tatuagem dental.

Muita gente pode ficar chocada em saber que há pessoas que gostariam de ter uma imagem de Elvis em um dente incisivo. Nos Estados Unidos, porém, tatuagens nos dentes têm sido oferecidas por um número cada vez maior de dentistas. Se você é o tipo de pessoa que precisa estar na vanguarda – e não se importa que os outros venham lhe dizer diariamente: “Ei, você tem algo no dente” -, então essa moda de decoração dentro da boca pode agradar.

O termo “tatuagem no dente” (em inglês, “tooth tattoo”) pode causar confusão. Na verdade, o desenho não é feito diretamente no dente, mas impresso em uma jaqueta de porcelana por um laboratório especializado. Depois de pronta, ela é encaixada ao redor do dente e, se você mudar de idéia, pode retirá-la em poucos minutos.

Exibicionistas relutantes podem ainda colocar a tatuagem na parte traseira do dente, virada para a língua – apesar de não fazer muito sentido pagar por uma tatuagem de US$ 200 (R$ 342) que ninguém poderá ver, a menos que você esteja procurando ajudar o médico-legista a identificar seus restos mortais.

Acredita-se que boa parte dos dentistas não apóie a idéia de desgastar um dente sadio para que alguém possa ter a bandeira dos Estados Unidos tatuada nele. Mas há exceções. Steve Heward, por exemplo, tem oferecido o serviço por mais de 20 anos através do Heward Dental Labs, no Estado americano de Utah:

- Espero que as pessoas aguardem até que precisem colocar uma jaqueta, mas acredito que muitos façam isso apenas para ter um desenho em seu dente.

De qualquer maneira, Heward pode desenhar pássaros, flores ou borboletas em seu dente – ao final, vai parecer que você acabou de morder uma caixa de lápis de cor.


Estudo indica que perder peso é melhor forma de curar ronco.

O ronco crônico pode ser mais do que simplesmente uma chateação barulhenta.

Até três quartos dos roncadores também sofrem de apneia do sono, que causa interrupções na respiração ao longo da noite. A apneia eleva o risco de doenças cardíacas, derrames e hipertensão.

Os que buscam por uma cura são frequentemente aconselhados a dormir de lado, e não de barriga para cima, de forma que a base da língua não se desloque para o fundo da garganta, estreitando as vias aéreas e obstruindo a respiração. Para algumas pessoas, porém, alterar a posição de dormir pode não fazer tanta diferença.
Cientistas afirmam haver dois tipos de roncadores: os que roncam apenas quando dormem de barriga para cima e os que roncam em qualquer posição.

Um estudo que examinou mais de 2.000 pacientes de apneia do sono, conduzido por pesquisadores de Israel, descobriu que 54% eram “posicionais” ou seja, roncavam apenas quando dormiam de costas. O restante era “não-posicional”.

Outros estudos mostraram que o peso tem um papel importante. Num amplo estudo publicado em 1997, os pacientes que roncavam ou sofriam de anormalidades de respiração apenas quando dormiam de costas eram geralmente mais magros, enquanto seus equivalentes não-posicionais costumavam ser mais pesados. O grupo com sobrepeso, segundo os autores, demonstrava um sono pior e mais fadiga durante o dia.

Contudo, o estudo também descobriu que estes pacientes viram sua apneia melhorar quando perderam peso. Segundo a Fundação Nacional do Sono nos EUA, para aqueles com sobrepeso, emagrecer geralmente é a melhor forma de curar a apneia do sono e acabar com os roncos de vez.

Concluindo: dormir de lado pode ajudar a diminuir os roncos, mas pessoas com sobrepeso não verão grande diferença se não emagrecerem.

Mordida Cruzada pode provocar danos reversíveis apenas com intervenção cirúrgica.


Facilmente identificado, inclusive pelo próprio paciente, problema pode ser corrigido com tratamento ortodôntico dependendo da gravidade do caso.

Problema bucal de fácil identificação e bastante comum, a Mordida Cruzada é caracterizada por um ou mais dentes da maxila (arcada dentária superior), que não recobrem os dentes da mandíbula (arcada inferior). Seja qual for sua origem – esquelética ou dentária -, a mordida cruzada deve ser tratada o mais precocemente possível para permitir o desenvolvimento correto da oclusão e das bases ósseas dentárias.
De acordo com o Dr.Mario Vitor Andrade, odontologista da Sorridents Clínicas Odontológicas, há diferentes fatores como prováveis causadores do mau posicionamento da arcada dentária ao fecharmos a boca. “Respiração bucal; maus hábitos, como morder a tampa de caneta ou uso de chupetas; perda precoce ou retenção prolongada de dentes decíduos (de leite); migração do germe do dente permanente; restaurações em excesso; anomalias ósseas congênitas; discrepância entre o tamanho do dente e o tamanho do arco; fissuras palatinas e hábitos posturais incorretos podem ser causas da mordida cruzada”, explica o especialista.
O odontologista conta que o próprio paciente pode ficar atento à mordida cruzada e que o problema pode ser identificado a partir dos três anos de idade. A orientação é observar, com o auxílio de um espelho, se os dentes da maxila cobrem totalmente os da mandíbula. Caso isso não ocorra com um ou mais dentes, fica caracterizada a mordida cruzada. Outras formas de detecção são sinais clínicos como ruídos ao abrir e fechar a boca e dificuldade em movimentar a mandíbula para um dos lados, além de traumas ocasionados por desalinhamento dentário, que podem provocar dores, sensibilidade e necessidade de tratamento de canal. Outro sintoma comum é a dor de cabeça freqüente.
O tratamento mais indicado é o ortodôntico, com a utilização de aparelho bucal. De acordo com o especialista, é interessante levar em conta alguns fatores para determinar o período de duração do tratamento, como tipo de mordida cruzada, a gravidade do problema, a cooperação do paciente em utilizar corretamente o aparelho, a resposta biológica do organismo frente à movimentação ortodôntica, entre outros.
Andrade afirma que quando não tratada, a mordida cruzada pode provocar danos irreversíveis à articulação mandibular, o que pode levar à necessidade de cirurgias para reconstrução da mesma. Outras conseqüências importantes para casos em que a mordida não é tratada são os danos à estrutura dental como desgaste e micro-trinca do esmalte; danos às estruturas de suporte dos dentes envolvidos como perda progressiva da gengiva podendo, às vezes, ser irreversível; perda óssea por contato inadequado entre os dentes e até tratamento de canal.

Alerta: Crianças podem ter mais cáries durante as férias.


A falta de rotina e a qualidade dos alimentos ingeridos durante o período das férias de inverno comprometem a saúde bucal dos pequenos.

Você sabia que a saúde bucal das crianças pode ser afetada durante o período de recesso escolar? As férias de inverno são um prato cheio para o aparecimento de cáries nas crianças. O tempo gelado contribui para que os pequenos passem mais tempo dentro de casa, assistindo filmes ou jogando vídeo game e isso também aumenta a quantidade de guloseimas ingeridas neste período.

Além de comprometer a alimentação das crianças, comer muitos doces, balas, chicletes, biscoitos neste período pode ocasionar o aparecimento de cáries no futuro. “As crianças, quando entram em férias, tendem a não seguir uma rotina e esquecem de escovar o dentes e passar fio dental. Isso reflete lá na frente quando aos problemas começam a aparecer”, afirma a Dra. Carla Sarni, da Sorridents.

A profissional alerta os pais sobre o perigo da falta de higiene bucal nas crianças. “As crianças que já trocaram os dentes estão numa fase de adaptação e por isso, a higiene bucal nesta fase vai refletir na qualidade do dentes depois de adultos”, explica a odontologista.

Dicas para manter a saúde bucal dos pequenos nas férias:

- Mantenha a rotina das crianças. Imponha que escovem os dentes após cada refeição, principalmente ao acordar e antes de dormir;

- Use a psicologia para que o momento da escovação seja divertido e não mais uma obrigação desagradável;

- Procure manter pelo menos três refeições – café da manhã, almoço e jantar – para diminuir a quantidade de guloseimas ao longo do dia;

- Ao invés de liberar doces e balas, procure oferecer frutas como a maçã, que contribui para a limpeza dos dentes;

- Aproveite o período das férias para visitar o dentista. A consulta com o profissional estimula as crianças a cuidar dos dentes;

- Procure sempre um odontopediatra porque ele é capacitado para o atendimento dos pequenos e o ambiente é desenvolvido para ser lúdico.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Aparelhos Autoligados


Os braquetes autoligados têm sido apresentados como um diferencial para o ortodontista clínico que procura se desdobrar na tentativa de oferecer um tratamento de excelência no menor tempo possível e com número mínimo de consultas. Com um design mais estético, significativamente menor, apresenta uma redução no acúmulo de alimentos principalmente devido a ausência da ligadura elástica e menos agressivo a mucosa bucal por não necessitar de amarrilhos metalicos, este sistema representa um conforto a mais para o paciente.

A justificativa principal desses novos sistemas é que o seu desenho permite um rápido nivelamento, devido ao fato dos dentes deslizarem por um caminho de pouca, ou nenhuma, fricção (atrito) entre o braquete e os fios comparado com as tão famosas “borrachinha” coloridas que chegam a segurar de 70 a 220% a mais os dentes prejudicando a movimentação, principalmente quando estas são colocadas de forma trançadas.

A primeira vantagem desta características, e que justifica a escolha de braquetes autoligados é a possibilidade de redução na intensidade de força aplicada para gerar movimentação, com isso mais previsível é o resultado e menor é a sensibilidade que o paciente sente após a ativação, ou seja, a mecânica se torna cada vez mais próxima do ideal biológico (movimentação dentária sem prejuízos ao periodonto de sustentação, ou seja menor reabsoção de raiz e osso). A segunda vantagem é a possibilidade de intervalo maior entre as consultas quando aliado ao uso de fios ortodônticos de alta tecnologia como as ligas Copper NiTi e de níquel-titânio termoativadas, podendo chegar a um intervalo de até 10 semanas.

Para os que sentirem falta ou até mesmo preferirem colocar as ligaduras elásticas coloridas por enfeite, essa possibilidade existe sem que as mesmas tragam o inconveniente do atrito, pois a maioria dos aparelhos autoligados possuem espaço para adaptação das borrachinhas longe do contato com o fio.

Opinião Dr Rodrigo Pagnoncelli:

Os aparelhos autoligados, como visto acima, trazem grandes benefícios ao tratamento ortodôntico, desde que utilizados com critério e com indicação correta, portanto não são em todos os casos que seu uso é o mais apropriado. Um profissional responsável saberá indicar quando as vantagens deste aparelho trarão o beneficio que valha a pena o investimento por parte do paciente pois vale salientar que por ainda ser considerado como novidade o custo do aparelho ainda não é dos mais atrativos

Odontologia em idosos


Existem no Brasil hoje mais de 17 milhões de brasileiros na terceira idade, e com



Existem no Brasil hoje mais de 17 milhões de brasileiros na terceira idade, e com o aumento da expectativa de vida da nossa população, já comprovado estatisticamente, o número de pessoas nesta faixa etária tende a aumentar ainda mais. Segundo dados de entidades internacionais daqui a trinta anos dois terços dos atendimentos odontológicos realizados no mundo, estarão direcionados para a população acima de 65 anos . Estas pessoas estão em busca de uma melhor qualidade de vida em todos os sentidos, e a sua saúde bucal não seria uma exceção. Homens e mulheres idosos com uma boa saúde geral, estão cada vez mais participantes, das mais diversas atividades profissionais ou sociais. Daí vem a necessidade de se sentirem seguros com o seu sorriso, capacidade de mastigação e fala e o conforto da boca de uma forma geral. Uma especialidade Odontológica, denominada odontogeriatria ou odontogerontologia, tem se preocupado em valorizar o atendimento direcionado a este segmento da população. O dentista odontogeriatra deve ter consciência das alterações decorrentes da senescência (envelhecimento sem patologia); como perda de massa muscular, enfraquecimento do sistema imunológico, diminuição do estímulo da sede e declínio da aqüidade visual.


Deve também, saber lidar com situações patológicas como osteoporose, diabetes, artrites, hipertensão, doenças cardiovasculares e declínio da coordenação motora . É muito importante que o odontogeriatra esteja sempre atento aos relatos e sinais do seu paciente da 3ª idade e tenha um contato próximo com outros profissionais que cuidam do seu paciente em especial o geriatra ou clínico geral. Em casos de implantes dentários por exemplo, cita o Dr. Marcus, o diabete, osteoporose ou alterações cardiovasculares estariam entre fatores que contra-indicariam este procedimento em pacientes idosos. Além dos aspectos citados o Dr. Marcus Werneck ressalta que o consultório para atendimento direcionado à pacientes idosos deve contar com várias facilidades de acesso para o idoso debilitado e todos os equipamentos necessários a qualquer tipo de tratamento, seja ele uma simples profilaxia com ensino de técnicas de higienização adequadas, até os procedimentos mais complexos como tratamentos das gengivas, restaurações estéticas, próteses ou implantes. Deve ser ressaltado ainda, que tanto o profissional como suas auxiliares atuem de forma a humanizar ao máximo o atendimento clínico dos pacientes. Tentando com isso desmistificar traumas, trazidos muitas vezes por décadas, e que podem ser desfeitos com um bom diálogo e uma boa dose de carinho e atenção de todos que compõem a equipe de atendimento na clínica.