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Chaveiro fórceps de dentista:

Chaveiro alta rotação:

Cada vez mais dentistas oferecem o serviço nos Estados Unidos, a um preço equivalente a cerca de R$ 340
Grande parte dos dentistas luta para manter brancos os dentes de seus pacientes, mas há um mercado em crescimento que oferece algo bem diferente: desenhos na boca.
É a nova tendência entre aqueles que se sacrificam pela aparência – a tatuagem dental.
Muita gente pode ficar chocada em saber que há pessoas que gostariam de ter uma imagem de Elvis em um dente incisivo. Nos Estados Unidos, porém, tatuagens nos dentes têm sido oferecidas por um número cada vez maior de dentistas. Se você é o tipo de pessoa que precisa estar na vanguarda – e não se importa que os outros venham lhe dizer diariamente: “Ei, você tem algo no dente” -, então essa moda de decoração dentro da boca pode agradar.
O termo “tatuagem no dente” (em inglês, “tooth tattoo”) pode causar confusão. Na verdade, o desenho não é feito diretamente no dente, mas impresso em uma jaqueta de porcelana por um laboratório especializado. Depois de pronta, ela é encaixada ao redor do dente e, se você mudar de idéia, pode retirá-la em poucos minutos.
Exibicionistas relutantes podem ainda colocar a tatuagem na parte traseira do dente, virada para a língua – apesar de não fazer muito sentido pagar por uma tatuagem de US$ 200 (R$ 342) que ninguém poderá ver, a menos que você esteja procurando ajudar o médico-legista a identificar seus restos mortais.
Acredita-se que boa parte dos dentistas não apóie a idéia de desgastar um dente sadio para que alguém possa ter a bandeira dos Estados Unidos tatuada nele. Mas há exceções. Steve Heward, por exemplo, tem oferecido o serviço por mais de 20 anos através do Heward Dental Labs, no Estado americano de Utah:
- Espero que as pessoas aguardem até que precisem colocar uma jaqueta, mas acredito que muitos façam isso apenas para ter um desenho em seu dente.
De qualquer maneira, Heward pode desenhar pássaros, flores ou borboletas em seu dente – ao final, vai parecer que você acabou de morder uma caixa de lápis de cor.
O ronco crônico pode ser mais do que simplesmente uma chateação barulhenta.
Até três quartos dos roncadores também sofrem de apneia do sono, que causa interrupções na respiração ao longo da noite. A apneia eleva o risco de doenças cardíacas, derrames e hipertensão.
Os que buscam por uma cura são frequentemente aconselhados a dormir de lado, e não de barriga para cima, de forma que a base da língua não se desloque para o fundo da garganta, estreitando as vias aéreas e obstruindo a respiração. Para algumas pessoas, porém, alterar a posição de dormir pode não fazer tanta diferença.
Cientistas afirmam haver dois tipos de roncadores: os que roncam apenas quando dormem de barriga para cima e os que roncam em qualquer posição.
Um estudo que examinou mais de 2.000 pacientes de apneia do sono, conduzido por pesquisadores de Israel, descobriu que 54% eram “posicionais” ou seja, roncavam apenas quando dormiam de costas. O restante era “não-posicional”.
Outros estudos mostraram que o peso tem um papel importante. Num amplo estudo publicado em 1997, os pacientes que roncavam ou sofriam de anormalidades de respiração apenas quando dormiam de costas eram geralmente mais magros, enquanto seus equivalentes não-posicionais costumavam ser mais pesados. O grupo com sobrepeso, segundo os autores, demonstrava um sono pior e mais fadiga durante o dia.
Contudo, o estudo também descobriu que estes pacientes viram sua apneia melhorar quando perderam peso. Segundo a Fundação Nacional do Sono nos EUA, para aqueles com sobrepeso, emagrecer geralmente é a melhor forma de curar a apneia do sono e acabar com os roncos de vez.
Concluindo: dormir de lado pode ajudar a diminuir os roncos, mas pessoas com sobrepeso não verão grande diferença se não emagrecerem.
Você sabia que a saúde bucal das crianças pode ser afetada durante o período de recesso escolar? As férias de inverno são um prato cheio para o aparecimento de cáries nas crianças. O tempo gelado contribui para que os pequenos passem mais tempo dentro de casa, assistindo filmes ou jogando vídeo game e isso também aumenta a quantidade de guloseimas ingeridas neste período.
Além de comprometer a alimentação das crianças, comer muitos doces, balas, chicletes, biscoitos neste período pode ocasionar o aparecimento de cáries no futuro. “As crianças, quando entram em férias, tendem a não seguir uma rotina e esquecem de escovar o dentes e passar fio dental. Isso reflete lá na frente quando aos problemas começam a aparecer”, afirma a Dra. Carla Sarni, da Sorridents.
A profissional alerta os pais sobre o perigo da falta de higiene bucal nas crianças. “As crianças que já trocaram os dentes estão numa fase de adaptação e por isso, a higiene bucal nesta fase vai refletir na qualidade do dentes depois de adultos”, explica a odontologista.
Dicas para manter a saúde bucal dos pequenos nas férias:
- Mantenha a rotina das crianças. Imponha que escovem os dentes após cada refeição, principalmente ao acordar e antes de dormir;
- Use a psicologia para que o momento da escovação seja divertido e não mais uma obrigação desagradável;
- Procure manter pelo menos três refeições – café da manhã, almoço e jantar – para diminuir a quantidade de guloseimas ao longo do dia;
- Ao invés de liberar doces e balas, procure oferecer frutas como a maçã, que contribui para a limpeza dos dentes;
- Aproveite o período das férias para visitar o dentista. A consulta com o profissional estimula as crianças a cuidar dos dentes;
- Procure sempre um odontopediatra porque ele é capacitado para o atendimento dos pequenos e o ambiente é desenvolvido para ser lúdico.
Um levantamento da Associação Paulista de Ortodontia mostra que o número de adultos que procuram o dentista para colocar aparelho para corrigir problemas nos dentes aumentou 40% nos últimos 10 anos. Além da preocupação maior com a estética, as novas tecnologias e a diminuição dos custos ajudaram a atrair essa nova clientela.
Crianças e adolescentes ainda são maioria, mas muitos não fizeram o tratamento na infância por falta de dinheiro, de informação e até de profissionais especializados. Segundo a Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, o tempo de tratamento nos adultos depende de cada caso, mas em média varia de dois a três anos e pode custar, em clínicas particulares, de R$ 3 mil a R$ 6 mil.
Segundo a dentista Alda Santos Teixeira, atualmente os adultos representam quase metade do atendimento feito na clínica. Muitos deles, segundo a dentista, procuram a clínica com dores no maxilar ou reclamam de dor de cabeça.
O dentista Antonio Borin Neto, que está trabalha com ortodontia há 30 anos, afirma que, quando se formou, foi um dos poucos que escolheram essa área. Mas atualmente, além do aumento do número de profissionais especializados, também aumentou o número de produtos nacionais, que baratearam o custo e ajudam a melhorar o conforto do paciente.
Pesquisadores americanos avaliaram crianças entre dois e cinco anos com problemas de cáries e descobriram que 28% delas estavam acima do peso ou eram obesas.
A má alimentação, bebidas açucaradas e os sucos de frutas são os vilões que contribuem para a obesidade e para a perda de dentes dos bebês.
Um estudo anterior da Academia Americana de Pediatria, divulgado em 2008, já tinha demonstrado que o excesso de suco de frutas contribui com a obesidade infantil, o desenvolvimento de cáries, diarreias e problemas gastrintestinais.
A atual descoberta foi apresentada nesta terça-feira (22) durante o Encontro Anual da Sociedade de Endocrinologia, que ocorre em San Diego, nos Estados Unidos.
Segundo Kathleen Bethin, professora de Pediatria da Universidade de Buffalo e autora do estudo, foram avaliadas 65 crianças. Todas elas tinham graves problemas bucais e foram submetidas a cirurgias.
- O objetivo do estudo era obter dados sobre o IMC (Índice de Massa Corporal), o consumo de energia e o perfil metabólico das crianças com cáries. Nossa hipótese é que a má alimentação pode relacionar a obesidade com os problemas bucais.
A cárie é a doença crônica mais comum durante a infância, de acordo com o relatório Healthy People 2010. O documento mostra que entre 5% e 10% dos bebês desenvolvem cáries precocemente. Além disso, a taxa de obesidade nas crianças triplicou nos últimos 30 anos.
Além disso, os pesquisadores descobriram que 71% das crianças consumiam uma taxa de calorias maior do que o normal para a faixa etária.
- Nossos resultados não encontraram diferença no total de calorias consumidas entre as crianças saudáveis e as com sobrepeso. Por isso o problema não é comer em excesso, mas comer errado.
Diante disso, a cientista ressalta que é a má alimentação que vincula a obesidade às cáries.
- Nesse sentido, os dentistas também podem educar pais e crianças sobre a alimentação e os riscos da obesidade e das cáries.
Os cientistas agora vão avaliar se as crianças obesas, em comparação com as saudáveis, comem mais açúcar processado, bebem suco em excesso ou têm maus hábitos alimentares.
Segundo os dados do Ministério da Saúde, 88% da população brasileira têm cárie, sendo 60% crianças, que com cinco anos de idade já possuem pelo menos uma cárie, e a média de dentes permanentes cariados nas crianças de 12 anos é de 2,8. Dados que fazem do Brasil um dos países com maior índice de problemas bucais do mundo.
Por outro lado é o campeão mundial em número de cirurgiões-dentistas, com mais de 210 mil profissionais, estando na frente dos Estados Unidos, com média de 170 mil cirurgiões-dentistas, e logo depois a Alemanha, com cerca de 60 mil.
Segundo Emil Adib Razuk, presidene do CROSP (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo), falta incentivo do poder público. Principalmente direcionado as crianças.
A saúde bucal está diretamente ligada à saúde geral em todas as idades. Portanto, é preciso ter os devidos cuidados com a boca para um organismo saudável. Manter a higiene bucal através da escovação, o uso do fio dental e creme dental com flúor, além de contar com uma alimentação saudável e balanceada, evitando o álcool e tabaco, são cuidados essenciais no combate aos problemas bucais.
Ninguém discorda que um sorriso pode abrir muitas portas e aproximar pessoas em menos de um segundo.
É fácil nos sentirmos à vontade quando somos recebidos em algum lugar com um honesto e despretensioso sorriso.
Contudo, a alegria e beleza de um sorriso podem esconder o que de fato existe por trás de dentes aparentemente saudáveis.
A saúde bucal engloba dentes, gengiva e mucosa oral. Porém, a maioria das pessoas se preocupa apenas com os dentes, esquecendo do restante. Este é o principal fator que leva 89% da população, ente 15 e 19 anos, a ter problemas de cáries, segundo o Ministério da Saúde.
A alimentação pode influenciar e muito o aparecimento de doenças bucais. Uma alimentação saudável, com baixa ingestão de açúcares e alto consumo de frutas, vegetais e grãos integrais,tem funciona como proteção em muitos aspectos da saúde bucal e geral.
Estudos científicos comprovaram que o nível de cárie das pessoas está relacionado ao alto consumo de açúcar. Ou seja, quanto maior o consumo de açúcar, maior a chance de ter cáries e maior a gravidade dos problemas causados por elas.
Doenças bucais podem causar dor, estresse, ansiedade e problemas estéticos e funcionais. Portanto atente para a sua dieta, pois ela pode te ajudar a sorrir mais e melhor, lhe proporcionando uma melhor qualidade de vida.
Pesquisadores britânicos desenvolveram um dispositivo que elimina o ruído das brocas dos Cirurgiões-Dentistas. Essa novidade pode ajudar as pessoas que tem medo de ir ao dentista, pois o som da broca é o que mais provoca estresse e ansiedade no paciente durante a visita ao consultório.
O novo dispositivo permite que os pacientes escutem músicas em um tocador de MP3, eliminando assim os efeitos produzidos pelo som das brocas durante o atedimento. É semelhante aos fones de ouvido capazes de cancelar ruídos, mas a voz do dentista ainda será ouvida, pois nem todos os sons ambientes são filtrados.
Os pesquisadores notaram que não seria suficiente apenas reduzir o ruído da broca, mas teriam de eliminá-lo completamente. A questão principal do projeto era conseguir que o paciente pudesse escutar o Cirurgião-Dentista.
Segundo o estudo, o dispositivo transforma os sons do consultório do Cirurgião-Dentista em um sinal digital. Um chip especial chamado de processador digital de sinais analisa os sons captados por um microfone instalado perto da broca dental.
Ele produz uma onda sonora invertida para neutralizar o ruído no sinal transmitido pelo fone de ouvido.
O dispositivo foi desenvolvido por especialistas do King’s Colllege London, da Brunel University e da London SouthBank University, a partir de uma ideia do professor Brian Millar, do Instituto Dentário do King’s College.
A equipe de pesquisadores agora está procurando investidores para tentar comercializar o dispositivo, o que permitirá que os pacientes fiquem menos ansiosos e que o tratamento ocorra com mais tranquilidade.
Pesquisa mostra que má higiene bucal pode gerar ameaças ao coração. Essa relação é pesquisada há mais de 20 anos, mas só agora foi possível medir os efeitos da escovação diária. Um estudo populacional feito na Escócia mostrou uma forte associação entre a pouca frequência da escovação e o aparecimento de doenças cardiovasculares. As pessoas que escovavam os dentes menos de duas vezes por dia apresentaram 70% mais chances de sofrer infarto do miocárdio. A análise foi baseada na quantidade de visitas ao dentista, no número de escovações por dia, em detalhes sobre pressão arterial e o histórico de doenças cardíacas nas famílias..
A relação entre o aparecimento de doenças cardiovasculares com a má escovação pode ser explicada pelo fato de que pessoas que escovam os dentes com menos frequência apresentam mais inflamação gengival, devido ao acúmulo de placa bacteriana, e, consequentemente, o desenvolvimento de doenca periodontal, a qual muitas vezes não é tratada e contribui então, para um aumento da inflamação sistêmica e afeta a condição cardiovascular.
Com isso, temos que pensar que se ocorrer algo na boca, possivelmente isso não ficará só lá, então devemos nos preocupar mais com a cavidade oral, não esquecendo, é claro, que o fumo, o estresse, a genética, e obesidade também podem contribuir de alguma forma.
Em uma década, dispararam no país os casos de câncer de boca e orofaringe relacionados à infecção por HPV (papilomavírus humano), transmitidos por sexo oral. O índice de tumores provocados pelo vírus é três vezes superior ao registrado no fim da década de 1990. Não há um aumento do número total de casos, mas sim uma mudança no perfil da doença. Antes, cânceres de boca e da orofaringe afetavam homens acima de 50 anos, tabagistas e/ou alcoólatras. Hoje, atingem os mais jovens (entre 30 e 45 anos), que não fumam e nem bebem em excesso, mas praticam sexo oral desprotegido.
Uma recente análise publicada no periódico "International Journal of Epidemiology" mostra que, quanto maior o número de parceiras com as quais pratica sexo oral e quanto mais precoce for o início da vida sexual, mais risco o homem terá de desenvolver câncer causado pelo HPV, que já está presente em 32% dos tumores de boca em pacientes abaixo dos 45 anos. Antes, o índice era de 5%. Por ano, o hospital A.C. Camargo atende 160 casos desses tumores. No Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), 60% dos 96 casos de câncer de orofaringe atendidos em 2010 tinham relação com o HPV. As mulheres respondem por 20% dos casos. Segundo os especialistas, a boa notícia é que os tumores de orofaringe relacionados ao HPV têm um melhor prognóstico em relação àqueles provocados pelo fumo.
Vamos usar camisinha né gente?
É durante a gestação que devem ser tomados os primeiros cuidados com a saúde do bebê que ainda está em formação e, por isso mesmo, precisa de muita dedicação e atenção. A saúde bucal da mãe também não pode ser negligenciada. Com a proximidade do Dia das Mães, comemorado este ano no próximo domingo, 8 de maio, a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) chama a atenção para como mãe e filho podem começar essa relação com sorrisos saudáveis.
Durante a gravidez, a futura mamãe deve incluir no pré-natal visitas ao odontopediatra, responsável pelas orientações quanto aos cuidados com a saúde da criança, e a um clínico, que vai atender a mãe e o núcleo familiar. Essas ações preventivas ajudam na manutenção da saúde bucal da mãe e da do bebê. Na gravidez, muitas mulheres descuidam, por exemplo, da higiene bucal, o que é um grande erro, porque, além de prejudicar a sua própria saúde, os problemas decorrentes disso podem afetar a criança. Uma infecção na boca pode se espalhar e prejudicar o bebê.
Saúde bucal começa na barriga – Sob forte influência dos hábitos da mãe, o bebê ainda em gestação também precisa de acompanhamento odontológico, e não há profissional mais indicado para isso do que o odontopediatra.
Na visita ao consultório, o cirurgião-dentista orienta a mulher quanto à interação dos seus hábitos com a formação do bebê. No quarto mês de gestação, por exemplo, começam a se formar as papilas gustativas da criança, e a alimentação da mãe nesse período terá grande influência na predisposição do filho a determinados tipos de alimento, por isso, deve-se ter cuidado com a ingestão de doces durante a gravidez, entre outras coisas.
Ao nascer, a criança precisa voltar ao cirurgião-dentista – desta vez, para que as condições da formação da boca sejam avaliadas. Se o único alimento do bebê é o leite materno, não há necessidade de higienização bucal. A próxima visita deve acontecer quando o primeiro dente nascer, para que novas orientações sejam dadas.
Cuidados como esses podem garantir sorrisos saudáveis para toda a vida.
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Isso sim, é sofrimento |